A arte de ensinar

Olá Pessoal!!!
Tudo bem com vocês?

Hoje iremos apreender um pouquinho mais, então preparem o caderno, lápis e borracha, deixem tudo pertinho de vocês para que possam anotar tudinho assim ficará bem mais fácil de apreender o assunto de hoje.
Bora lá?
O  que é?                                                           

Quais elementos compõem uma probabilidade?
Hummmm......



Probabilidade

A teoria da probabilidade é o ramo da Matemática que estuda experimentos ou fenômenos aleatórios e através dela é possível analisar as chances de um determinado evento ocorrer.
Quando calculamos a probabilidade, estamos associando um grau de confiança na ocorrência dos resultados possíveis de experimentos, cujos resultados não podem ser determinados antecipadamente.
Desta forma, o cálculo da probabilidade associa a ocorrência de um resultado a um valor que varia de 0 a 1 e, quanto mais próximo de 1 estiver o resultado, maior é a certeza da sua ocorrência.
Por exemplo, podemos calcular a probabilidade de uma pessoa comprar um bilhete da loteria premiado ou conhecer as chances de um casal ter 5 filhos todos meninos.


 Assistam o vídeo 

As retas podem ser definidas como um conjunto de pontos infinitos

As equações da reta podem ser obtidas por meio das equações de primeiro grau, onde existem as variáveis x e y dentro do plano cartesiano. As principais expressões matemáticas são: equação geral, equação fundamental, equação reduzida e equação segmentária. 

Mas antes de dar continuidade ao estudo das equações da reta, você sabe o que é uma reta?

Uma reta pode ser definida como um conjunto de pontos infinitos, com tamanho infinito e unidimensional. Essa figura geométrica pode está disposta nas posições horizontal, vertical e inclinada. 

Posições da reta. (Foto: Wikipédia) 


E, ainda, de acordo com a quantidade de pontos que possuem em comum, as principais classificações são:

•   Retas paralelas: não possuem nenhum ponto em comum e estão posicionadas uma ao lado da outra, sempre no mesmo sentido, horizontal, vertical ou inclinada;
•   Retas perpendiculares: possuem um ponto comum que forma um ângulo de 90°;
• Retas transversais: retas que possuem interseções com uma ou mais retas. A reta perpendicular é um exemplo de reta transversal; 
•   Retas concorrentes: possuem direções diferentes e se encontram em determinado ponto. A formação de ângulos de 180° é chamado de ângulos suplementares;
•   Retas coincidentes: possuem todos os pontos em comum. 

LEMBRANDO... TEMOS VÁRIOS TIPOS DE EQUAÇÕES DA RETA, EXEMPLOS:
Equação fundamental da reta 
Equação geral da reta
Equação reduzida da reta
Equação segmentária da reta

Para cada exercício utilizamos a que mais torna fácil para o desenvolvimento da atividades solicitadas, sendo assim nesta publicação iremos aprender um pouco mais sobre a Equação Fundamental da Reta, se você ficou curioso para aprender como utilizar as outras equações e só procurar aqui no blog e ampliar seus conhecimentos.


Equação fundamental da reta


Toda reta não-vertical (reta que possui inclinação diferente de 90º) possui uma equação que representa todos os seus pontos. Essa equação é demonstrada através de um ponto pertencente a essa reta mais o seu coeficiente angular (m).

Considere uma reta s não vertical que passa pelo ponto B (x0, y0) de coeficiente igual a m.



O outro ponto A(x,y), pertencente ao plano cartesiano, irá pertencer a reta s se o cálculo do coeficiente angular (m) da reta s for igual:

m = ∆y =   y – y0 
        ∆x     x – x0

Podemos representar essa igualdade da seguinte forma:

m =   y – y0
        x – x0

y – y0 = m (x – x0)

Essa equação formada é chamada de equação fundamental da reta.

Dessa forma podemos concluir que a equação fundamental da reta é obtida por um ponto pertencente a essa reta mais o seu coeficiente angular, ficando sempre em função de outro ponto.

Exemplo 1:

Determine a equação fundamental da reta que passa pelo P(1/4,-3,2) de coeficiente angular m = -1/2.

Os dados oferecidos no enunciado são:
P(x0, y0) = (1/4,-3,2)
m = -1/2

Substituindo-os na equação fundamental da reta temos:

y – y0 = m (x – x0)

y – (-3/2) = -1/2 (x – 1/4)
y + 3/2 = -1/2 (x – 1/4)
2(y + 3/2) = -x + 1/4
2y + 3 = -x + 1/4

8y + 12 = -4x + 1     4                4

4x + 8y + 11 = 0

Exemplo 2:

Represente por meio de uma equação a reta que passa por esses dois pontos A(1,8) e B(4,2).

Foi dito na explicação acima que a equação fundamental de uma reta é determinada por um ponto pertencente à reta e o seu coeficiente angular. O ponto foi dado no enunciado, falta calcular o seu coeficiente angular.

m =  yB - yA        xB – xA

m = 2 – 8 = - 6 = - 2 
        4 – 1       3

Escolha um dos dois pontos e monte a equação fundamental da reta que passa pelos pontos A e B.

Ponto A (1,8) e m = -2

y – y0 = m (x – x0)
y – 8 = - 2 (x – 1)
y – 8 = - 2x + 2
2x + y – 10 = 0.


Se você quer se aprofundar um pouquinho mais e ver se entendeu tudinho  assista o vídeo assista o vídeo  EQUAÇÃO FUNDAMENTAL DA RETA

 EQUAÇÃO REDUZIDA DA RETA E COEFICIENTE ANGULAR

Uma reta no plano cartesiano pode ser representada por diversas formas. Agora veremos  como é feita a representação através da chamada equação reduzida da reta, a saber:
y = m.x + n

Onde:

x e y são as coordenadas dos pontos pertencentes à reta
m é o coeficiente angular da reta
n é o coeficiente linear

Exemplo 1
y = 2x + 1
Veja que o coeficiente angular é igual a 2, enquanto o coeficiente linear é igual a 1. 
Exemplo 2
y = -x + 10
Veja que o coeficiente angular é igual a -1, enquanto o coeficiente linear é igual a 10.

Exemplo 3
y = -x

Temos que o coeficiente angular é igual a -1 e o coeficiente linear é igual a 0.
 Mas qual é o objetivo de estudar o coeficiente angular e o coeficiente linear?
Eles nos fornecem informações importantíssimas sobre o posicionamento da reta no plano cartesiano. Veja:
 Coeficiente angular
O coeficiente angular (m) nos informa a inclinação da reta em relação ao eixo x.
Neste caso temos que tgα = m, onde α é o ângulo formado entre a reta e o eixo x. 
Coeficiente linear
O coeficiente linear (n) nos informa o ponto em que a reta intercepta o eixo y.
Neste caso temos que as coordenadas deste ponto são (0, n).
 A figura abaixo apresenta as informações fornecidas pelos coeficientes angular e linear.

 DETERMINANDO A EQUAÇÃO REDUZIDA DA RETA A PARTIR DE DOIS PONTOS
A maneira mais simples de se determinar a equação reduzida da reta é determinar o coeficiente angular e utilizá-lo para determinar o coeficiente linear. Veja o exemplo: 
Exemplo 4. Determinar a equação reduzida da reta que passa pelos pontos A(2, 3) e B(-1, -3).
Sabendo que a reta passa pelos pontos A e B, é possível traçá-la no plano cartesiano. Nosso objetivo será descobrir a sua inclinação (m) e o ponto onde passa pelo eixo y (n).

Determinando o coeficiente angular
Sabendo as coordenadas dos pontos A e B, é possível calcular o coeficiente angular através da seguinte fórmula:
 Observando a figura acima, temos que:
  

Determinando o coeficiente linear
Vimos que a equação reduzida da reta é do tipo y = mx + n. Como já descobrimos o valor de m, temos que a equação pode ser escrita como y = 2x + n.
Para descobrimos o valor de n, vamos utilizar qualquer um dos pontos conhecidos, que nos fornecerão valores de x e y.
Podemos escolher entre A(2, 3) e B(-1, -3). Como ambos nos levarão ao mesmo resultado, vamos utilizar o ponto A.
 No ponto A temos x = 2 e y = 3.
y = 2x + n
3 = 2.2 + n
3 = 4 + n
n = 3 – 4
n = -1

Conclusão: O coeficiente linear é igual a -1, ou seja, a reta passa pelo eixo y no ponto (0, -1).


Se você quer se aprofundar um pouquinho mais e ver se entendeu tudinho  assista o vídeo assista o vídeo EQUAÇÃO REDUZIDA DA RETA E EXEMPLOS


Olá Pessoal!!!
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   Hoje iremos apreender um pouquinho mais, então preparem o caderno, lápis e borracha, deixem tudo pertinho de vocês para que possam anotar tudinho assim ficará bem mais fácil de apreender o assunto de hoje.
Bora lá?


O QUE É UMA PROGRESSÃO ARITMÉTICA?


Matematica - Blog


Como foi dito logo no início do texto, uma PA é uma sequência em que cada termo, a partir do segundo, é igual a soma do anterior com uma constante r dada. Para que a ideia fique mais clara, vamos analisar a seguinte sequência:
(4, 7, 10, 13, 16, 19, …)
Observem que a sequência acima é formada pelos números 4, 7, 10, 13, 16, 19, e por outros que seguem rumo ao mais infinito. Estes números são os chamados termos da progressão. Pela ordem em que são apresentados, é que definimos qual é o primeiro termo (a1), o segundo termo (a2), o terceiro termo (a3) e assim sucessivamente.
Exemplo numerico mostrando quais são os termos de uma PA
Mas o mais importante de tudo, é repararmos que existe uma certa relação constante do a1 para o a2, do a2 para o a3, do a3 para o a4, do a4 para o a5, do a5 para o a6, e que segue infinitamente. Podemos dizer que cada termo, a partir de a2, é obtido da soma do anterior a um número fixo. Sendo assim, qual é o número que somado a 4 resulta em 7? Qual é o número que somado a 7 resulta em 10? Ou ainda, qual é o número que somado a 10 resulta em 13? Sempre 3!
4 somado a 3 resulta em 7 que somado a 3 resulta em 10 e assim por diante
Incrível, não é mesmo? Este número fixo, que somado a cada um dos termos antecedentes dá origem a cada um dos termos sucessores da sequência, e que no nosso exemplo vale 3, não é ninguém menos do que a razão da progressão aritmética (r )!

QUAL É A FÓRMULA DA RAZÃO DE UMA PA?

sequencia numerica disposta em um caderno em que fica evidente como descobrir a razao da PA
Sob um segundo ponto de vista, também podemos dizer que uma PA é uma sequência em que cada termo, a partir do penúltimo, é igual a diferença entre seu sucessor e uma constante r dada. Por isso, se descontarmos de qualquer um dos termos do nosso exemplo (com exceção do a1) o valor 3, encontraremos seu termo antecessor.
10 menos 3 resulta em 7 menos 3 resulta em 4 é uma segunda maneira de ver uma progressão aritmética
Essa ideia nos permite definir uma fórmula para a razão r da PA. Olhem só!
É possível encontrar a razão de uma PA utilizando várias fórmulas
É, parece que fui um pouco modesto ao afirmar que encontraríamos apenas uma fórmula da razão da PA. O fato é que podemos obter a razão desta progressão descontando de qualquer um de seus termos (sempre com exceção do a1), o termo antecedente. Podemos utilizar os valores do primeiro e do segundo termo, do quarto e do quinto, e até do vigésimo quarto e do vigésimo quinto, se eles existirem e conhecermos seus valores. Tudo é válido, desde que a razão seja mantida por toda a sequência.
Fórmula geral da razão da progressão aritmética
Entendido? Então vamos a alguns exemplos para que não restem dúvidas!

 EXEMPLOS RESOLVIDOS SOBRE A PROGRESSÃO ARITMÉTICA


Dadas as sequências abaixo, verifique se são progressões aritméticas.
a. (1, 3, 5, 7, 9, …)
Vocês devem estar curiosos para saber por que tenho descrito cada uma das sequências que estudamos em meio a parênteses. Pois então, os parênteses são utilizados para indicar que os números ou termos da sequência estão seguindo uma ordem. Bom, parece mesmo haver uma relação constante entre os valores da sequência do item a. Mas para que possamos ter certeza de que se trata de uma PA, faremos o cálculo de sua razão r.
r = a2 – a1 = a3 – a2 = a4 – a3
r = 3 – 1 = 5 – 3 = 7 – 5
r = 2 = 2 = 2
r = 2
Vejam que fizemos vários cálculos a fim de determinar a razão r da sequência. Em todos eles, alcançamos o mesmo resultado, o valor 2. Por esse motivo, não há dúvidas de que se trata de uma PA! Veremos agora, como as próximas sequências irão se comportar.

b. (2, 4, 8, 16, 32, …)
Hum, visualmente parece que nessa sequência também existe uma relação constante entre os termos. Para averiguarmos se é mesmo uma PA, vamos realizar o cálculo da sua razão r.
r = a2 – a1 = a3 – a2 = a4 – a3
r = 4 – 2 = 8 – 4 = 16 – 8
2 ≠ 4 ≠ 8
Opa! Apesar de parecer que havia uma relação constante entre os termos da sequência, eles não se relacionam conforme uma progressão aritmética. Isso fica evidente quando calculamos a razão entre diversos termos, sem que os resultados coincidam. Se vocês estiverem curiosos para saber que tipo de sequência é essa, basta clicar aqui.

Quando a razão da PA não é positiva

c. (0, –2, –4, –6, –8, …)
Muito embora a sequência apresentada neste item seja formada por números negativos, podemos observar que também existe uma certa relação constante entre seus termos. É hora de realizarmos o cálculo da razão r.
r = a2 – a1= a3 – a2 = a4 – a3
r = –2 – 0 = –4 – (–2) = –6 – (–4)
r = – 2 = – 2 = – 2
r = –2
A partir deste cálculo, podemos concluir que a sequência (0, –2, –4, –6, –8, …) é uma PA de razão igual a –2.

d. (3, 3, 3, 3, 3, 3, …)
E aí, o que acharam da sequência acima? Parece estranho que uma PA seja uma sequência de números repetidos, não é mesmo? Mas antes de tirarmos conclusões precipitadas, vamos seguir nosso procedimento calculando a razão r:
r = a2 – a1= a3 – a2 = a4 – a3
r = 3 – 3 = 3 – 3 = 3 – 3
r = 0 = 0 = 0
r = 0
Se todos os cálculos da razão resultaram no mesmo valor, podemos sim afirmar que a sequência (3, 3, 3, 3, 3, 3, …) é uma progressão aritmética de razão igual a 0.
É, pessoal, dentro dos exemplos que resolvemos, descobrimos que 3 sequências, das 4 apresentadas, formavam uma PA. Além disso, notamos que cada uma das progressões encontradas possuía uma razão diferente, positiva, negativa ou mesmo igual a zero. Parece um detalhe insignificante, mas vocês verão a seguir que o valor da razão de cada progressão aritmética determina sua classificação dentro de 3 categorias. Vem comigo!

CLASSIFICAÇÃO DE UMA PROGRESSÃO ARITMÉTICA

Uma PA pode ser crescente decrescente ou constante
É muito simples classificar uma PA, pessoal! Basta ficar de olho no valor da razão r, e no comportamento da sequência ao longo dos termos. Olhem só!

PA Crescente

Vetores de Mulher É Subindo A Escada Da Carreira e mais imagens de ...

Uma PA é crescente quando sua razão é positiva, ou seja, quando r > 0. Desta forma, cada termo seguinte é sempre maior que o anterior, isto é, os valores dos termos sempre irão aumentar, crescer.
(6, 10, 14, 18, …)
A sequência acima é uma PA crescente. Se ficarmos atentos ao valor de seus termos, veremos que eles estão sempre crescendo, e que a razão da progressão é positiva, r = 4.

PA Decrescente

Em uma PA decrescente os termos da sequência vão diminuindo
Uma PA é decrescente quando sua razão é negativa, ou seja, r < 0. Assim, cada termo seguinte é sempre menor que o anterior, isto é, os valores dos termos sempre irão diminuir, decrescer.
(13, 8, 3, –2, –7, …)
A sequência acima é uma PA decrescente, pois sua razão é negativa, r = –5. Reparando com atenção nos termos da sequência, é possível perceber que seus valores estão diminuindo, decrescendo.

PA Constante

Em uma PA constante os termos da sequência não se alteram
Uma PA é constante ou estacionária, quando sua razão é nula, ou seja, r = 0. Neste caso, todos os termos da sequência são iguais, isto é, não se alteram.
(5, 5, 5, 5, …)
A sequência (5, 5, 5, 5, …) é uma PA constante. Seus termos nunca se alteram, e, portanto, sua razão r é igual a zero.
Interessante, não é, pessoal? A verdade é que tudo que acabamos de estudar é apenas uma pequena parte de todo o conhecimento que envolve as progressões aritméticas. Por isso, fiquem atentos a todos os posts do blog sobre o assunto, e não deixem de ver o vídeo que deixo em anexo . Nele, vocês conseguem revisar tudo o que aprendemos hoje!

Progressão Aritmética Vídeo 01, 02 e 03 assistam na ordem.




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